Dienstag, 10. September 2013

XVIII. A Lua





A Lua é um arcano um tanto que temido em uma mesa. Repleta de obscuridade e treva, a carta é composta por dois cães: Um deles é a emoção do consulente e o outro a razão. Nesta carta pensamentos e emoções se confrontam na psique do consulente, levando-o a sensação de embaraço e angústia; o carangueijo que por sua anatomia natural só anda na horizontal, significa a dificuldade do consulente de olhar adiante, pois sente-se perdido com as confrontações atuais, correndo o risco de perder o foco de suas ações; e a Lua, que significa que a capacidade criativa do consulente está bastante desenvolvida.
De uma forma geral a leitura do arcano pode sinalizar para um momento em que o consulente está tendo objetivos um tanto que fora da realidade. Não está conseguinde discernir o que é sonho e o que é realidade, por isso encontra-se em certo estado de confusão mental.
Como todos ou a maioria dos estados de espírito sempre se desenvolvem com o tempo, é provável que essa situação na qual o consulente se encontra irá brevemente mudar. Porém o arcano chama a atenção para a situação real em que se encontra o consulente, para que este preste atenção ao que está pensando e ao que realmente acontece. 

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